Pagãos capturados

 


"E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram; eis que se fazem novas."

(2 Coríntios 5:17)

O sistema religioso é tão popular que se disseminou em grande parte da sociedade moderna; em toda parte há uma igreja, e o vocábulo "crente" faz parte do senso comum. Os  elementos são doutos na falácia, mas são indoutos na verdade. 

Atualmente, chega a ser nojento se denominar crente.

O cristianismo passou a ser tão diminuído na sua forma, em relação à sua origem, que perdeu seu valor vital. 

Por que há esta fome de ser denominado "crente"?

Literalmente por não haver regras no novo viver do elemento, onde não existe uma nova figura a ser cobrada do crente, uma reformulação do caráter. 

Muitos se dizem cristãos, mas poucos, de fato, são. Pois, do cristão, é cobrada certa posição de renovação de vida.

Uma grande multidão está trilhando por um caminho largo e perigoso, carregando o título de crente, quando na realidade, não é. 

Várias criaturas formadas para obedecer regras da igreja e de seus líderes que não estão dispostas a se submeter ao "Assim diz o Senhor." 

São vistos e bem aceitos por doarem ofertas, são cultuadores, todavia, não são verdadeiros adoradores. 

Se apresentam como filhos e filhas da vaidade, são pagãos capturados, batizados com um só objetivo: servir à igreja, sem nenhuma renovação espiritual.

São extremamente liberais em tudo, até mesmo doam aquilo que não tem para serem apreciados. Isso não agrada a Deus de maneira nenhuma. Ele só nos pede um coração purificado e agradecido para seu louvor.

Querido leitor(a) reflita nessa mensagem e decida urgente seguir os ensinamentos de Deus buscando fazer sempre melhor a sua vontade. Que o Deus Eterno te abençoe. 

                                            - Antônio Alves

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